Recorte fixo de 9 de abril a 9 de maio de 2026 · não mede TAT total ou qualidade clínica. Amostra e definições na metodologia.
Escore de 90% no snapshot v3.10 de 120 casos. Não é validação clínica externa.
Uma nova camada de inteligência para radiologistas e instituições.
Da emissão do laudo à gestão da qualidade radiológica: IA, automação clínica e análise de dados numa única experiência.
REPORT — Dite como você pensa
O editor que entende radiologia — não é transcrição: a IA entende o contexto clínico, organiza o raciocínio e escreve o laudo estruturado enquanto você continua olhando para a imagem.
GUIDE — Classificações no ponto certo
BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS e as outras aparecem com o critério à vista, no ponto do laudo em que fazem falta.
CRIT — Achados críticos governados
Informação crítica no momento certo: identificação, confirmação do médico e comunicação estruturada com SLA — cada etapa registrada no exame.
LaudAI — Laudo estruturado e integrado
Cada laudo sai exatamente no padrão da casa e volta direto ao RIS/PACS. Menos inconsistência, menos retrabalho, nenhuma etapa desnecessária.
Radiologistas ganham velocidade.
Instituições ganham inteligência.
O médico precisa reduzir tarefas repetitivas e dedicar mais tempo ao diagnóstico. As instituições precisam garantir qualidade, segurança e padronização em escala. Em produção, são cerca de 10 horas de radiologista recuperadas a cada 100 laudos — e é a mesma plataforma que devolve esse tempo e dá visibilidade sobre ele.
Áudio, transcrição, rascunho, laudo final, metadados, logs e backups são categorias distintas. Transmissão, persistência e retenção dependem da função e da configuração contratada.
TC de tórax sem contraste para investigação de tosse crônica há 3 meses. Ex-tabagista, 20 maços-ano. RX de maio com opacidade em lobo superior direito para correlação. Comparativo de 2024 no PACS; indicação e histórico importados do RIS.
Você mantém o fluxo natural: olha a imagem, decide e dita — sem comandos e sem decorar frases.
Estrutura, organiza e acelera: o laudo se monta no padrão da casa em tempo real, enquanto seus olhos seguem na imagem.
Você revisa e assina — e indicadores, qualidade e desempenho ficam visíveis, com trilha auditável. Médicos mais produtivos, instituições mais inteligentes, pacientes melhor atendidos.
A inteligência artificial é só o começo.
O objetivo é organizar a camada pós-imagem com menos etapas operacionais e controles explícitos. O médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina; o fluxo de dados é documentado por implantação.
O snapshot v3.10 registra escore de 90% em 120 casos. É um benchmark de fidelidade, não validação clínica externa.
Ver o LaiBench
A inteligência artificial não substitui especialistas — permite que façam mais. O futuro da radiologia não é humano contra máquina: é médicos e tecnologia juntos por uma medicina melhor.
Do primeiro contato ao fluxo real
Seus tipos de exame, o template da casa, o seu fluxo. Sem slides, direto no produto.
Radiologistas usando em rotina real, com os templates da instituição, antes de qualquer decisão.
PACS, RIS e worklist conectados. O laudo assinado volta para o seu sistema.
Documentação de segurança pronta para avaliação de TI e DPO: arquitetura, criptografia, subprocessadores e fluxo de dados.
Antes de você
agendar
O radiologista, sempre. A IA é assistiva: estrutura e sugere. Revisão, edição e assinatura são médicas.
Vou precisar mudar meu fluxo? +
O piloto mapeia templates, permissões, conectores e contingência. O quanto o fluxo muda depende do ambiente atual e dos módulos adotados.
Como são tratados os achados críticos? +
O CRIT está em piloto controlado. A detecção depende dos achados fornecidos pelo médico; confirmação, canais, destinatários, prazos e encerramento são definidos e testados por implantação.
Qual é o status regulatório? +
Aplicação assistiva de risco médio conforme a Resolução CFM 2.454/2026. Não é SaMD; não interpreta imagens, diagnostica, assina ou libera laudos autonomamente. O médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina no sistema oficial. Ver matriz de controles.
Como funciona a implantação? +
Em poucos dias a sua equipe já pode estar laudando. O caminho: mapeamento do fluxo (PACS/RIS, modalidades e templates), demonstração com casos sintéticos, piloto com métricas de linha de base e produção monitorada com suporte e auditoria.
E se a IA errar ou ficar indisponível? +
Sugestões incorretas devem ser editadas ou descartadas pelo médico. Em indisponibilidade, vale a contingência definida pela instituição; não presumimos que todo fluxo continue sem impacto. O status público mostra apenas verificações datadas.
Como funcionam o teste e a assinatura? +
Você testa por 14 dias ou até 30 laudos, sem cartão e sem cobrança automática. Se fizer sentido continuar, o Pro custa R$ 219/mês, com até 1.000 laudos mensais — cerca de R$ 0,22 por laudo. Veja os detalhes em /precos.
Papéis diferentes,
controles explícitos.
Cenários de uso, não depoimentos. O radiologista continua responsável pela interpretação e pelo laudo; a instituição governa implantação, acesso, integração e contingência.
Fornece achados e mantém controle integral sobre revisão, edição, validação e assinatura.
Define padrões, permissões, indicadores e critérios de contingência conforme o contexto local.
Avaliam conectores, fluxo de dados, subprocessadores, acesso, retenção e evidências antes da produção.
Escrito por quem lauda
A questão é conseguir provar que a IA foi usada corretamente.
A Resolução CFM 2.454/2026 passa a valer em 26 de agosto de 2026 e cobra evidência produzida dentro do fluxo, não política interna. São 16 páginas, seis playbooks e 36 passos de implementação, com fontes só em normas oficiais: CFM, LGPD, ANPD, ACR, IHE, HL7, DICOM e NIST.
O que precisa ficar gravado por exame, e em que formato, para sustentar auditoria.
Como transformar revisão médica em evidência, e não em declaração de intenção.
Quem assina, o que mudou depois da sugestão e como isso fica registrado.
Mais inteligência para cada laudo.
Mais controle para toda a operação.
Comece como radiologista ou leve REPORT, GUIDE, CRIT, dados estruturados e trilha de auditoria para a sua instituição.
Perguntas frequentes
A IA assina o laudo?
Não. A plataforma não interpreta imagens, não faz diagnóstico autônomo e não assina nem libera laudos de forma autônoma. O médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina no sistema oficial. Conformidade
De onde vem o número de 52 segundos?
É a mediana do tempo entre a abertura do editor daquele exame e a assinatura: 52 segundos num recorte histórico fixo de 9 de abril a 9 de maio de 2026, com 5.200 laudos finalizados. Não mede o TAT total do serviço, qualidade clínica, causalidade ou desempenho futuro. Metodologia das métricas
Onde ficam os dados dos exames?
Depende da funcionalidade e da configuração contratada. Áudio, transcrição intermediária, rascunho, laudo final, logs e backups têm fluxos e retenções distintos; alguns suboperadores podem tratar dados fora do Brasil. O fluxo aplicável é documentado por implantação. Segurança
Integra com o meu PACS e o meu RIS?
Há caminhos por API, HL7, DICOM e Agent, mas a compatibilidade depende do sistema, versão, conector e escopo contratado. O retorno ao RIS ou PACS é validado por implantação; não existe promessa de integração universal. Integrações
Como vocês provam que a qualidade se sustenta?
O LaiBench v3.10 registra escore de fidelidade de 90% em 120 casos de um conjunto interno controlado, publicado em 23 de junho de 2026. É um benchmark de fidelidade, não validação clínica externa; o radiologista continua responsável pela interpretação e pelo laudo. LaiBench
O que muda com a Resolução CFM 2.454/2026?
A aplicação é assistiva, classificada como risco médio e não é Software as a Medical Device. Os controles apoiam supervisão humana, autoria médica e rastreabilidade; a conformidade final também depende do contexto de implantação e das responsabilidades da instituição e do médico. Biblioteca Operacional da CFM 2.454
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