Menos digitação, mais imagem. Você dita, revisa e assina.
A Laudos.AI transforma o seu ditado em um laudo já estruturado no seu padrão, sempre visível para revisão, sempre sob a sua autoria. A IA cuida do texto; a decisão continua sendo sua.
O laudo é seu: sua linguagem, seu padrão, sua assinatura. A IA nunca fecha um laudo por você.
Cada trecho gerado fica à vista para você conferir, editar e aprovar antes de assinar.
Ditar em vez de digitar tira o peso do teclado e devolve a atenção para a tela de imagem.
O texto já sai estruturado no seu modelo, sem reformatar, sem recomeçar do zero a cada exame.
O documento nasce montado, a revisão fica à vista e a assinatura fecha o ciclo. Passe o mouse na animação.
Você não escolheu a radiologia para passar o dia digitando. Escolheu pela imagem, pelo raciocínio diante de um achado, pela leitura que só a sua experiência faz. Mas o fluxo de hoje cobra caro: horas no teclado, formatação repetida, o mesmo texto reescrito caso a caso e, no fim, o print do achado enviado às pressas pelo WhatsApp.
A Laudos.AI existe para devolver esse tempo. Você dita com naturalidade e o laudo já nasce estruturado no seu modelo, com a sua linguagem. Nada é enviado ou finalizado sem passar pelos seus olhos: a revisão está sempre à vista, e o que sai com a sua assinatura foi decidido por você.
Sejamos claros sobre o papel de cada um. A IA redige, organiza e sugere, você lê, corrige e assina. Ela amplifica o seu trabalho; não o substitui, nem tenta.
O que você ganha
Com o REPORT, você fala e o laudo nasce organizado no seu modelo por modalidade, técnica, achados, impressão. Sem formatar manualmente, sem colar blocos de texto. O que era digitação vira revisão.
Nada é finalizado automaticamente. O laudo permanece um rascunho editável até você aprovar. Você mantém controle total sobre cada frase, em linha com a supervisão humana significativa que a Resolução CFM 2.454/2026 exige.
Com o CRIT, o achado crítico é registrado, notificado com SLA e auditado, em vez de um print enviado às pressas. Você comunica com rastreabilidade e volta para a próxima leitura sem carregar a preocupação.
O GUIDE sugere classificações consagradas quando fazem sentido e o LaudAI mantém o laudo estruturado por modalidade. São apoios que você aceita, ajusta ou ignora, a palavra final é sempre sua.
Você analisa a imagem como sempre e dita a leitura com naturalidade. Não precisa pausar para pensar na formatação nem lembrar a ordem do seu modelo, isso já está embutido.
O laudo aparece estruturado no seu padrão. Você revisa cada seção à vista, corrige o que quiser e refina a impressão. A IA propõe; você conduz.
Com o laudo do seu jeito, você assina. Havendo achado crítico, ele é notificado e auditado pelo CRIT, sem print, sem correria, com registro de quem foi avisado e quando.
Comece pelo seu jeito de laudar, não por uma configuração genérica
A primeira validação é simples: o rascunho precisa soar como seu e deixar a revisão mais curta, não mais confusa.
A configuração parte das máscaras que você já usa e da ordem em que costuma descrever cada modalidade. Nos primeiros exames, a velocidade é secundária: confira se Técnica, Análise e Impressão chegam ao lugar certo, se medidas e lateralidade ficaram claras e se o texto preserva a sua terminologia. As correções desse início servem para calibrar o fluxo.
Depois, teste onde realmente trabalha. Ruído, microfone, navegador, atalhos e posição do editor afetam a experiência, então uma demonstração bonita não basta. Use casos rotineiros e complexos, observe quando precisou tocar no teclado e conte o tempo até revisar e assinar. O ganho precisa aparecer na sua estação e no seu plantão.
A revisão não é uma etapa excepcional reservada aos casos difíceis. O rascunho permanece visível em todos os casos, e nada é finalizado sem sua ação. A ferramenta assume estrutura e repetição; autoria, correção clínica e assinatura continuam suas.
O ponto de partida é o modelo que você já usa por modalidade.
A estação do plantão vale mais que o computador da demonstração.
Inclua ditado, correção e revisão; transcrição rápida sozinha não resolve o fluxo.
Individual para quem lauda; institucional para quem opera
Volume é parte da diferença. Responsabilidade compartilhada é a outra parte.
O plano individual é a porta para o radiologista que quer começar sem processo de compra: REPORT, GUIDE e máscaras próprias, por R$ 219 por mês até 1.000 laudos. O teste de novo usuário permite configurar as suas máscaras, sem cartão e sem cobrança automática, durante 14 dias ou 30 laudos, o que acontecer primeiro.
Quando há equipe, o problema passa a incluir administração de acessos, template institucional, protocolo de achado crítico, dashboards e integração governada com RIS e PACS. Nesse ponto não basta somar contas individuais: é preciso definir responsáveis, permissões, suporte e trilha. O plano por volume existe para essa operação.
Essa separação também protege a expectativa. Quem lauda sozinho não precisa comprar uma implantação corporativa. Quem responde por clínica, hospital ou telerradiologia não deve receber uma solução de uso pessoal para um risco institucional.
Tempo poupado só conta se o laudo continuar seu
O objetivo é retirar operação, não reduzir a atenção clínica.
A mediana de 52 segundos do editor à assinatura e a taxa de 54,6% abaixo de um minuto descrevem o uso medido em produção; não garantem que todo exame ou todo radiologista repetirá o número. Modalidade, complexidade, qualidade da máscara e experiência influenciam o resultado. Por isso a comparação relevante é o seu próprio fluxo antes e depois.
Além do tempo, observe quanto texto precisou ser refeito, se o template permaneceu consistente, se as classificações ajudaram a revisar e se você terminou o plantão com menos troca de janela. Ganhar segundos e aumentar insegurança não seria ganho. A ferramenta só cumpre a proposta quando a revisão continua clara e a autoria continua perceptível em cada linha.
Se depois do período de teste o fluxo não reduzir atrito no seu ambiente, cancelar é uma resposta válida. O produto precisa se sustentar pela diferença que aparece no plantão, não pela dificuldade de sair.
O fluxo deve reduzir operação textual sem retirar do radiologista a interpretação, a revisão, a edição, a validação ou a assinatura.
Papéis diferentes,
controles explícitos.
Cenários explicativos, não depoimentos nem resultados observados.
O médico fornece os achados e mantém controle integral sobre revisão, edição, validação e assinatura.
O residente verifica cada sugestão contra a imagem e os critérios; o preceptor define supervisão e limites.
A instituição valida template, permissões, integração, dados, contingência e indicadores antes da produção.
Perguntas honestas
A IA vai escrever o laudo no meu lugar e eu perco o controle?
Não. A IA redige um rascunho a partir do seu ditado, e ele fica editável e visível até você aprovar. Nenhum laudo é finalizado ou assinado sem a sua decisão. Você continua sendo o autor, a ferramenta apenas assume a parte mecânica da digitação.
E se o texto gerado tiver um erro que eu não perceba?
Por isso a revisão é sempre visível, e nunca escondida. O fluxo é desenhado para que você leia o que vai assinar, o oposto de um automatismo cego. A IA acelera a redação; a conferência clínica continua sendo sua, como manda a supervisão humana significativa da Resolução CFM 2.454/2026.
Vou ter que abandonar o meu padrão de laudo e me adaptar à ferramenta?
É o contrário. A Laudos.AI se molda ao seu padrão por modalidade, à sua linguagem e à sua estrutura. O objetivo é que o laudo saia parecido com o que você já escreve, só que sem o esforço de digitar e formatar.
Agende uma demonstração e dite um caso real: veja o laudo nascer estruturado no seu padrão, com a revisão à vista e a assinatura sob o seu controle. Sem compromisso, no seu ritmo.
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