Demo no seu contexto, com os seus tipos de exame e o template da casa. A gente mapeia o fluxo atual (RIS, PACS, worklist) e entrega a documentação de segurança para TI e DPO avaliarem em paralelo, não no fim.
No ar em semanas,
não em meses
Software clínico costuma chegar com um projeto de implantação maior que o produto: consultoria cobrada à parte, integração que não termina e go-live que escorrega. O nosso desenho é o oposto: o seu time e o nosso, três fases, até 2 semanas, sem trocar o seu PACS ou o seu RIS.
Três fases, duas semanas, zero troca de sistema
Implantar software clínico não deveria virar um projeto de um ano. O seu time e o nosso avançam em rotina real, com PACS e RIS permanecendo onde estão.
Os templates da casa entram na plataforma com a sua terminologia e os seus atalhos. O protocolo de achado crítico ganha níveis e SLA, e a integração corre em paralelo, sem tocar a operação que está no ar.
Piloto em rotina real, com radiologistas da casa e critério combinado por escrito antes de começar: TAT, adoção e qualidade. O go-live sai dos números do piloto, não da promessa do fornecedor.
O que a sua equipe não vai precisar fazer
A implantação enxuta não é promessa de vendedor: é consequência de a camada não substituir os seus sistemas.
A camada entra por cima do que existe. Imagem, worklist e entrega continuam onde estão; o laudo assinado volta para o seu sistema no formato que ele espera.
O Laudos.AI Agent opera na interface do seu RIS web em minutos, sem projeto de API. A integração por HL7 e DICOM entra em paralelo, no ritmo da sua TI, sem travar o piloto.
Quem implanta é quem constrói o produto, com o time clínico junto. Não existe pacote de consultoria cobrado à parte nem certificação de parceiro no meio do caminho.
Ficha da implantação
Por que dá para ser rápido sem ser afobado
A implantação é curta porque o escopo é honesto: a Laudos.AI não substitui o seu RIS nem o seu PACS, então não há migração de base, não há big bang e não há operação parada. O que se implanta é uma camada sobre o fluxo que já existe, e camada se valida em rotina real, não em sala de reunião.
O piloto é a peça central. Radiologistas da casa, exames de verdade e uma critério combinado antes de começar: TAT, adoção e qualidade. Se o número não aparecer, a decisão é não seguir, e essa possibilidade está no desenho desde o primeiro dia.
O papel da sua TI e do seu DPO
TI e DPO entram na semana zero, não no fim. A documentação de arquitetura, criptografia, subprocessadores e fluxo de dados chega antes da primeira reunião técnica, e a integração é desenhada junto com quem opera os sistemas da casa.
Enquanto a avaliação técnica corre, o piloto já produz dados com o Agent operando na interface do RIS web, sem esperar projeto de API. As duas trilhas se encontram no go-live.
Duas semanas é sério ou é prazo de vendedor?
É o desenho padrão, e ele depende de duas coisas: agenda dos radiologistas do piloto e disponibilidade da TI para a integração. Quando uma das duas aperta, o cronograma é recombinado por escrito, não empurrado com a barriga.
E se a nossa TI não tiver braço agora?
O piloto não depende dela: o Agent opera na interface do RIS web em minutos. A integração por HL7/DICOM entra depois, no ritmo da casa, sem bloquear o valor do piloto.
Quem treina a equipe?
O time da Laudos.AI, incluindo médicos, direto com os radiologistas do piloto. A curva típica é de um plantão para calibrar template e atalhos; quem lauda ensina quem lauda.
O que acontece se o piloto reprovar?
A operação segue como estava, sem custo de saída. O piloto existe exatamente para essa resposta ser possível: a decisão de seguir é tomada com número, não com compromisso assumido antes da evidência.
O que cabe a cada time
Quem responde por cada etapa
A direção clínica define templates, responsáveis e protocolo de achado crítico. TI valida identidade, conectividade e o caminho entre RIS, PACS e laudo. O DPO avalia fluxo de dados e documentação. A Laudos.AI conduz configuração, integração, treinamento e acompanhamento do piloto. Nomear esses donos na semana zero evita que uma pendência de governança apareça disfarçada de problema técnico no go-live.
O critério de avançar deve estar escrito antes do piloto: quais modalidades entram, qual amostra será observada, como medir adoção, tempo e qualidade, e quem decide. Se um requisito falhar, a operação mantém o fluxo anterior enquanto o ajuste é feito. Uma implantação curta só é segura quando existe uma rota de retorno igualmente clara.
O trabalho continua depois da virada
Os primeiros plantões de produção precisam de acompanhamento próximo para corrigir template, vocabulário e exceções de integração. Depois dessa janela, o suporte passa a acompanhar incidentes, alterações do RIS ou PACS e novas versões de template. Go-live é o começo do uso governado, não o fim do projeto.
Comece pela demo no seu contexto
Seus tipos de exame, o template da casa e as perguntas difíceis de TI e DPO. A implantação começa na primeira conversa.
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