64 playbooks profundos para TAT, qualidade, LGPD, PACS e RIS, implantação, gestão, compras e IA clínica responsável.
Abrir a biblioteca →A biblioteca de quem lauda
Playbooks operacionais, classificações, templates, glossário, guias práticos, integrações e ciência aberta. Material de referência real, não folheto.
Os sistemas que organizam a decisão radiológica (BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS e outros), com o papel de cada um e como o corpus RadCommons os versiona e cita.
Explorar →Templates por modalidade e por exame, no padrão que a sua instituição controla, com governança, versionamento e aplicação automática pelo LaudAI.
Explorar →Os termos de radiologia, IA e conformidade explicados sem jargão de vendedor: de TAT a supervisão humana significativa.
Explorar →Implantação de IA assistiva, governança de templates, protocolo de achado crítico e métricas de operação, em guias direto ao ponto.
Explorar →PACS, RIS e worklist: como o contexto entra sem upload manual e como o laudo assinado volta para o seu sistema.
Explorar →A referência técnica da plataforma e da API do RadCommons, para a equipe que vai integrar e avaliar.
Explorar →Artigos técnicos com referência sobre evidência, conformidade, operação e produto. Escrito por quem lauda.
Ler o blog →O corpus de decisão citável e versionado que fundamenta o GUIDE, com 121 sistemas de classificação estruturados e servidos por API.
Conhecer o corpus →O benchmark público e cego que mede a qualidade caso a caso, sem esconder falhas atrás de uma média agregada.
Ver como medimos →Como radiologistas, clínicas, hospitais e operações de telerradiologia aplicam a camada pós-imagem na rotina.
Explorar casos →Um critério prático para comparar integração, autoria médica, auditoria, dados no Brasil e medição pública.
Abrir o comparativo →A biblioteca em números
Uma biblioteca para decidir, não um folheto
Cada seção desta central existe para responder uma pergunta real de quem lauda ou de quem compra: qual critério está vigente, como estruturar o laudo daquele exame, o que um termo significa, como implantar sem travar a rotina, como os sistemas se conectam. O material cita fonte quando há fonte e diz quando é opinião de quem opera.
O RadCommons publica fontes e versões. O LaiBench v3.10 registra fidelidade em 120 casos internos e não é validação clínica externa. As métricas operacionais declaram janela, amostra e limitações.
Uma rota de leitura para cada decisão
Escolha pelo problema que precisa resolver
Quem define uma classificação começa pelo RadCommons e pelas fontes oficiais. Quem estrutura a rotina começa pelos templates e guias. Quem avalia compra institucional segue para integração, segurança, implantação e metodologia. O LaiBench documenta um benchmark interno controlado de fidelidade.
A biblioteca não substitui a validação clínica nem a documentação da instituição. Ela organiza referências, exemplos e critérios para que a conversa comece num nível melhor. Quando houver diretriz, versão ou fonte, o conteúdo deve apontar para ela; quando houver apenas prática operacional, o texto deve dizer que se trata de orientação de fluxo.
Como o conteúdo permanece útil
Classificações e termos mudam, então a utilidade depende de versão, fonte e data de revisão. Templates e guias também precisam separar o exemplo editorial da decisão clínica da casa. A política da biblioteca é tornar essa origem visível e ligar o material ao produto sem transformar uma página educativa em diagnóstico ou protocolo imposto.
Veja a Laudos.AI no seu fluxo
Demo ao vivo com seus tipos de exame e o template da casa. Sem slides, direto no produto.
Conteúdo atualizado em .