Um snapshot versionado, não uma certificação
O LaiBench acompanha fidelidade num conjunto interno controlado. O escore não demonstra segurança clínica, eficácia, generalização para outro serviço ou desempenho futuro; esses pontos exigem validação própria.
A versão, a amostra e o hash da suíte identificam o snapshot. O resultado vale para esse conjunto interno.
Fidelidade não equivale a acurácia clínica. A interpretação, a revisão, a validação e a assinatura continuam médicas.
O site identifica o benchmark como interno controlado e separa o resultado de qualquer validação clínica externa.
O que cada laudo precisa sustentar
Os cinco eixos compõem a regra interna do snapshot. Eles medem fidelidade ao caso de referência; não demonstram eficácia ou segurança clínica.
Preservação do que não pode ser perdido. Um achado crítico ausente reprova o caso, ponto.
Correspondência com o material de referência do conjunto interno, sob a regra versionada do benchmark.
Precisão do vocabulário radiológico — o termo certo, no lugar certo, sem ambiguidade.
Aplicação correta do módulo de diretriz — a classificação e a conduta que o critério vigente exige.
O que foi citado corresponde à fonte recuperada. Sem invenção: a IA mostra de onde tirou.
Strict PASS: aprova quando todo portão decisivo se sustenta
O veredito binário é uma regra interna do benchmark. Ele não certifica que um laudo esteja clinicamente correto nem autoriza uso sem revisão médica.
{
"case": "tc-torax-0421",
"axes": {
"CRIT": "pass",
"QUAL": "pass",
"TERM": "pass",
"GUIDE": "pass",
"RAG": "pass"
},
"verdict": "STRICT_PASS"
}
Um benchmark honesto sabe onde para
Mede fidelidade do laudo ao caso, não desfecho de paciente. Não é estudo clínico nem evidência de eficácia diagnóstica.
Passar no LaiBench não é registro, certificação nem autorização de qualquer órgão regulador.
A tecnologia é assistiva. O radiologista revisa, edita e assina todo laudo — a palavra final é sempre do médico.
O LaiBench é um benchmark interno controlado de fidelidade, não dispositivo médico nem validação clínica externa. A Laudos.AI é assistiva, classificada como risco médio e não é SaMD sob a Resolução CFM 2.454/2026. O médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina no sistema oficial.
O LaiBench mede o laudo; o RadCommons entrega os critérios que citam a fonte. Dois lados da mesma disciplina: mostrar de onde a IA tirou.
Perguntas frequentes
O que o LaiBench mede?
O laudo gerado contra o caso real, um a um, com veredito individual. A pergunta não é qual a nota média, e sim se este laudo está clinicamente correto para este exame. Metodologia das métricas
Por que não existe nota média?
Porque em radiologia é o caso perdido que importa. Um acerto em lote não compra um achado crítico perdido, então cada laudo recebe o seu próprio veredito. Achados críticos
Quais são os eixos avaliados?
Cinco, e cada um é um portão: CRIT para achados críticos, QUAL para qualidade clínica, TERM para terminologia, GUIDE para aplicação de diretrizes e RAG para fidelidade à fonte citada. Os módulos
Os casos de teste são públicos?
A metodologia é pública e auditável; os casos de teste ficam fechados. Qualquer um entende como o veredito é dado, sem poder treinar em cima dele. O paper
Conteúdo atualizado em .
Como citar
LAUDOS.AI. LaiBench — fidelidade com limites explícitos. Laudos.AI Research, 2026. Disponível em: https://www.laudos.ai/laibench.
BibTeX
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author = {Laudos.AI},
year = {2026},
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