GUIDE · BETA

Classificação sugerida,
com a fonte à mão

O GUIDE sugere uma categoria para revisão médica a partir dos achados fornecidos. O RadCommons fornece o critério estruturado e citado; o médico verifica a vigência e decide.

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Árvore de decisão minimalista resolvendo em uma categoria de classificação
EM DETALHE

O que o GUIDE cobre

01
SISTEMAS
As classificações da rotina
SUGESTÃO NO PONTO CERTO · DECISÃO SUA
BI-RADS 2BI-RADS 4A ✓TI-RADS 3LI-RADS…

BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS, Lung-RADS, O-RADS e os demais sistemas do corpus RadCommons, cada um na versão vigente.

02
FUNDAMENTO
Critério citado, não inventado

Cada sugestão aponta o critério que a sustenta, com citação e localizador. A IA mostra de onde tirou, e o médico decide se concorda.

03
REVISÃO
Sugestão, nunca decisão

A categoria entra no laudo como proposta para revisão médica. A palavra final é sempre do radiologista que assina.

Formas geométricas em camadas representando os sistemas de classificação
DO EXAME À ASSINATURA

A classificação aparece com o critério, não como palpite.

GUIDE é uma camada do fluxo clínico, conectada ao contexto do exame, à revisão médica e ao que acontece depois da assinatura.

ANTES
O sistema identifica modalidade, órgão e contexto para preparar a diretriz aplicável ao caso.
DURANTE
A categoria é sugerida no ponto certo do laudo, com a regra vigente e a fonte ao alcance da revisão.
DEPOIS
Sugestão, versão da diretriz e decisão médica permanecem ligadas ao exame para consulta futura.
GOVERNANÇA CLÍNICA

Supervisão humana,
por arquitetura.

O GUIDE torna o fundamento visível. A sugestão pode ser aceita, ajustada ou recusada; a decisão final continua sendo do radiologista.

DECISÃO MÉDICA
TRILHA AUDITÁVEL
DADOS NO BRASIL
POR QUE MUDA A ROTINA

Menos operação.
Mais imagem.

Memória e abas soltas criam variação. Critérios versionados e citados reduzem atrito sem transformar diretriz em piloto automático.

“Fonte visível permite conferir a regra; ainda assim, contexto e decisão final permanecem médicos.”
PRINCÍPIO DE PRODUTO · LAUDOS.AI

Por que fundamentar importa

Classificação errada não é erro pequeno: muda conduta, muda seguimento, muda a vida do paciente. Um sistema que solta uma categoria sem mostrar o critério pede confiança cega, e confiança cega não passa em auditoria nem devia passar na sua revisão.

O GUIDE trabalha em cima do RadCommons, o corpus de decisão que estrutura, versiona e cita os sistemas de classificação da radiologia. Quando a sugestão aparece, o critério que a sustenta está a um clique, na versão vigente da diretriz.

Especificação

BASERadCommons: corpus de decisão versionado e citado
SAÍDACategoria sugerida com o critério de suporte
ATUALIZAÇÃOSistemas versionados conforme a diretriz vigente
AUTORIAO radiologista revisa, edita e assina. Sempre.
AUDITORIASugestão e decisão registradas no log do exame
PERGUNTAS DIRETAS

O que acontece quando a diretriz muda?

O RadCommons versiona os sistemas. O GUIDE passa a sugerir pela versão vigente e o log registra qual versão fundamentou cada laudo, o que protege a instituição em revisões retrospectivas.

Posso discordar da sugestão?

Deve, sempre que o seu julgamento mandar. A sugestão existe para acelerar o caso típico e padronizar a equipe; a decisão é médica e fica registrada como sua.

Quais sistemas estão cobertos?

Os principais da rotina (BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS, Lung-RADS, O-RADS, CAD-RADS, Bosniak, Fleischner e outros) e o catálogo completo do RadCommons, que cresce com curadoria de radiologistas.

Explorar o RadCommons Ver as classificações LaiBench: como medimos

Critério citado vale mais que critério decorado

BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS e os demais sistemas da rotina mudam de versão, e a memória de plantão não versiona. O GUIDE sugere a categoria no ponto certo do laudo com o critério do RadCommons ao lado: estruturado, citado e versionado. A decisão continua do radiologista; a diferença é decidir com a fonte vigente a um clique em vez da tabela aberta em outra janela.

Para o serviço, o efeito composto é concordância: quando os critérios que fundamentam cada categoria ficam registrados, laudos de radiologistas diferentes se tornam comparáveis, e a discussão de discordância vira conversa sobre critério, não sobre memória.

O que acontece depois da sugestão

Como tratar concordância e discordância

Uma sugestão só é útil quando o radiologista consegue ver o critério, aceitar, ajustar ou recusar. O GUIDE mantém a categoria como proposta editável e liga a decisão ao sistema e à versão usados naquele exame. Discordar não quebra o fluxo: a decisão médica segue para o laudo, e a diferença entre sugestão e decisão permanece disponível para revisão de qualidade.

Isso permite uma conversa clínica melhor. Em vez de medir adesão cega à IA, a equipe pode revisar onde houve discordância, se o problema estava no achado descrito, na regra aplicável ou na sugestão. A finalidade é reduzir variação evitável sem esconder a incerteza que pertence ao caso.

Cobertura precisa ser verificada, não presumida

BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS e outros sistemas fazem parte do corpus, mas modalidade, versão e cenário de uso devem ser confirmados na avaliação. Quando um sistema não cobre o caso ou o achado não sustenta uma categoria, a resposta segura é não sugerir. A demonstração deve incluir os sistemas realmente usados pela equipe, não apenas o exemplo mais fácil do catálogo.

CLASSIFICAÇÕES

Critério à mão, decisão do médico.

BI-RADS, LI-RADS, PI-RADS, TI-RADS e outras: o GUIDE sugere a categoria com o critério vigente visível ao lado, para revisão médica. A sugestão economiza a consulta à tabela; a classificação continua sendo do radiologista.

PRÓXIMO PASSO

Veja o GUIDE sugerindo no seu caso

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