A PLATAFORMA

Quatro módulos,
maturidade explícita

REPORT está em produção; GUIDE e LaudAI estão em beta; CRIT está em piloto controlado. Todos são assistivos: o médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina no sistema oficial.

Agendar demonstraçãoSegurança e conformidade
52 s
MEDIANA · EDITOR → ASSINATURA
54,6%
DOS LAUDOS EM MENOS DE 1 MIN
≈10 h
DEVOLVIDAS A CADA 100 LAUDOS
Onda de voz se transformando em linhas estruturadas de laudo
TEMPO POR LAUDO, NA MESMA MEDIÇÃO
Fluxo manual (literatura) ~10 min
Laudos.AI · média, casos complexos incluídos 3–5 min
Laudos.AI · mediana 52 s

Mediana e distribuição medidas em produção, do editor aberto à assinatura. A média inclui os casos complexos. Ver metodologia

UM FLUXO SÓ
REPORT A fala vira laudo estruturado.
GUIDE A classificação chega com o critério.
CRIT O achado crítico vira protocolo.
LaudAI O template da casa, governado.

Passe o cursor: os módulos se desmancham em caracteres — e voltam. O laudo, não.

ÁUDIONUVEM BR · SEM ARMAZENAMENTOLAUDO
Fluxo de dados definido por implantação

Processamento, transmissão, persistência, logs, retenção e backups são documentados por funcionalidade.

EM DETALHE

Os módulos

01
PRODUÇÃO
REPORT
TÉCNICA
ANÁLISE
IMPRESSÃO
DITANDO · A ESTRUTURA SE MONTA

Speech-to-Report em português clínico. A plataforma organiza um rascunho; o médico revisa, edita, valida e assina.

Conhecer o REPORT →
02
PILOTO CONTROLADO
CRIT
ACHADOALERTA · SLA 15 MINCONFIRMADO ✓

Detecção baseada nos achados fornecidos pelo médico; confirmação, canais, prazos e encerramento definidos por implantação.

Conhecer o CRIT →
03
BETA
GUIDE
SUGESTÃO NO PONTO CERTO · DECISÃO SUA
BI-RADS 2BI-RADS 4A ✓TI-RADS 3LI-RADS…

Sugere categorias para revisão médica com critério do RadCommons. Nunca decide ou assina.

Conhecer o GUIDE →
04
BETA
LaudAI
TC · RM · US · RX · MMG — VERSIONADOS

Estrutura por modalidade conforme templates, configuração e contrato da instituição.

Conhecer o LaudAI →

A IA orbita o médico, nunca o contrário

Técnica, achados, impressão e classificações se montam em volta de quem assina. O radiologista não vira operador de software: continua olhando a imagem, falando o que vê e decidindo o que assina.

Essa arquitetura tem consequência prática: a mediana de 52 segundos entre abrir o editor e assinar não vem de atalho perigoso, vem de tirar da frente tudo o que não é decisão clínica. O contexto chega pronto, a estrutura se monta sozinha, a revisão fica sempre visível.

Governado de ponta a ponta

Cada exame carrega o próprio log: o que a IA sugeriu, o que o médico mudou, quando assinou, para quem o achado crítico foi comunicado. Templates são versionados e aprovados pela instituição. É o desenho que a Resolução CFM 2.454/2026 pede, implementado desde a arquitetura.

O fluxo, etapa a etapa

ANTES DO EXAMEWorklist, indicação e comparativos importados do RIS e do PACS, sem upload manual
DURANTE O DITADOEstruturação ao vivo em técnica, análise e impressão, com revisão sempre visível
NA ASSINATURAAjuste fino, classificação sugerida pelo GUIDE conferida, assinatura médica
DEPOIS DA ASSINATURADevolução e protocolo crítico somente quando conectores e CRIT estiverem configurados e validados
SEMPRESem interpretação de imagem, diagnóstico, assinatura ou liberação autônomos
PERGUNTAS DIRETAS

Quanto tempo um laudo leva de verdade?

Medido em produção: mediana de 52 segundos do editor aberto à assinatura, com 54,6% dos laudos saindo em menos de 1 minuto. A média fica em 3 a 5 minutos porque inclui os casos complexos. Na literatura, o fluxo manual gira em torno de 10 minutos por laudo.

A IA assina alguma coisa sozinha?

Nunca. A IA estrutura e sugere; revisão, edição e assinatura são médicas, em conformidade com a Resolução CFM 2.454/2026.

Preciso adotar os quatro módulos de uma vez?

Não. Os módulos entram juntos ou por etapas, conforme a maturidade do fluxo da sua operação. O piloto define a ordem que faz sentido.

Funciona com o meu RIS e PACS?

Depende do sistema, versão e conector. API, HL7/DICOM e Agent são caminhos distintos, validados por implantação; não há promessa de compatibilidade universal.

Ver integrações Ver preços Comparar com alternativas

O fluxo inteiro, do primeiro clique à assinatura

O exame chega com contexto: worklist, indicação clínica e comparativos entram do RIS e do PACS sem upload manual. Você abre o editor e dita como raciocina o caso; a fala vira Técnica, Análise e Impressão no template da casa enquanto você fala, com a terminologia que a sua instituição padronizou. Quando aparece um achado classificável, o GUIDE sugere a categoria com o critério citado; quando aparece um achado crítico, o CRIT abre o protocolo de comunicação com SLA e trilha.

A revisão é orientada por campos: você confere o que importa em vez de reler texto corrido atrás de erro de transcrição. Assinou, o laudo volta para o seu RIS no formato que ele espera, e o exame carrega a própria trilha: o que a IA sugeriu, o que você editou, quem assinou, o que foi comunicado. É esse fluxo inteiro, e não uma etapa isolada, que a mediana de 52 segundos mede.

Quatro módulos que trabalham como um

REPORT, GUIDE, CRIT e LaudAI não são quatro produtos vendidos juntos: são quatro estações do mesmo trajeto. O template governado pelo LaudAI é o que o REPORT preenche com a sua fala; a classificação que o GUIDE sugere entra no campo certo desse template; o achado crítico que o CRIT comunica nasce do laudo que você acabou de estruturar. Cada módulo pode entrar por etapas na implantação, mas o valor composto aparece quando o fluxo fecha.

O radiologista permanece o autor em todos os pontos: a IA estrutura e sugere, nunca decide. Revisão, edição e assinatura são médicas por arquitetura, em linha com a Resolução CFM 2.454/2026, e o log por exame torna essa autoria demonstrável em auditoria.

Como decidir sem comprar uma promessa

Por onde uma operação deve começar

O ponto de entrada não precisa ser os quatro módulos ao mesmo tempo. Uma equipe pode começar pelo REPORT para medir tempo até assinatura, pelo LaudAI para governar templates ou pelo CRIT quando comunicação de achado crítico é o risco mais urgente. O piloto define uma linha de base, liga o módulo escolhido e compara a rotina antes e depois com a mesma equipe e o mesmo tipo de exame.

Os módulos compartilham contexto e trilha, mas a adoção pode ser gradual. Essa separação permite provar valor numa etapa sem exigir uma troca ampla de processo. Quando a operação expande, o laudo que nasceu no REPORT já carrega a estrutura do LaudAI, a classificação revista no GUIDE e, quando necessário, o protocolo do CRIT.

O que precisa estar claro antes da demo terminar

Para o radiologista: como ditar, revisar e assinar sem perder autoria. Para a direção clínica: quem governa templates, classificações e protocolos. Para TI: de onde entram worklist e contexto e para onde volta o laudo. Para o DPO: quais artefatos persistem e quais são descartados. Se uma dessas respostas não estiver clara no seu cenário, ainda não existe desenho de piloto; existe apenas apresentação de produto.

PRÓXIMO PASSO

Veja os quatro módulos no seu fluxo

Demo ao vivo com seus tipos de exame e o template da casa. Sem slides, direto no produto.

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Perguntas frequentes

Quais são os módulos da plataforma?

REPORT está em produção. GUIDE e LaudAI estão em beta. CRIT está em piloto controlado, sem SLA público universal. Agent e o painel institucional estão em beta; integrações estão em piloto privado. voxelOS.health é protótipo. Como isso é governado

Quanto tempo leva um laudo na prática?

A mediana medida em produção é de 52 segundos entre o editor aberto e a assinatura, com 54,6% dos laudos abaixo de um minuto. Considerando também os casos complexos, a média fica entre 3 e 5 minutos, contra cerca de 10 minutos do fluxo manual descrito na literatura. Como medimos

O áudio do ditado fica armazenado?

O ciclo depende da funcionalidade e da configuração contratada. Áudio, transcrição, rascunho, laudo final, logs e backups são categorias distintas, com transmissão, persistência e retenção documentadas por implantação. Retenção e criptografia

Preciso trocar de janela para laudar?

Isso depende do sistema e do conector. O Agent beta pode reduzir troca de contexto em ambientes compatíveis, mas cada sistema e versão precisa de validação e ações sensíveis exigem confirmação. Integração com PACS e RIS

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