Do crânio de urgência ao abdome oncológico: seções, medidas padronizadas e comparativo estruturado por região.
Ver templates de TC →O modelo da casa,
não um genérico
Templates por modalidade e por exame, aplicados pelo LaudAI com a terminologia e a ordem que a sua instituição define. Versionados, aprovados e auditáveis.
Cobertura por modalidade
Neuro, musculoesquelético, abdome e pelve, com o vocabulário de sequências e os protocolos da casa.
Ver templates de RM →Abdome total, tireoide, obstétrico e vascular, com medidas e tabelas no padrão do serviço.
Ver templates de US →Tórax, esqueleto e abdome com estrutura enxuta: o essencial descrito rápido, sem perder completude.
Estrutura alinhada ao BI-RADS de ponta a ponta, da composição mamária à categoria final e conduta.
Densitometria, medicina nuclear e exames especiais entram no mesmo regime de governança e aplicação automática.
Template bom é o que a equipe usa
A evidência sobre laudo estruturado é consistente: mais completude, comunicação melhor com quem solicita, menos ambiguidade. O que derruba a padronização na prática é o atrito: template em Word, cópia local desatualizada, cada plantão com a sua versão.
Aqui o template certo entra sozinho pelo tipo de exame, a versão é única e governada, e o radiologista dita por cima da estrutura em vez de reconstruí-la. O padrão da casa deixa de depender de disciplina heroica.
Governança
Vocês fornecem templates prontos?
A implantação parte dos modelos que a casa já usa e de referências de sociedade quando fizer sentido. O padrão final é decisão clínica da instituição, não imposição da ferramenta.
Quanto trabalho dá migrar os nossos?
Menos do que parece: o time clínico da Laudos.AI estrutura os modelos existentes junto com o responsável da casa durante a implantação, e o piloto valida na rotina real.
Template engessa o laudo?
Não deve. Ele organiza o previsível para liberar atenção para o imprevisível. O radiologista sempre pode adaptar o que o caso exigir, com registro no log.
Do exemplo ao padrão institucional
Como um template entra em produção
O ponto de partida é o modelo atual da instituição, mesmo quando ele vive num arquivo compartilhado. A equipe clínica identifica seções, obrigatoriedades, terminologia e exceções; a primeira versão é testada com casos representativos e aprovada pelo responsável antes de ser disponibilizada para a equipe.
Mudanças posteriores entram como nova versão, com motivo, responsável e data. Laudos antigos continuam ligados à versão usada na assinatura. Esse histórico permite evoluir o padrão sem reescrever o passado e dá à gestão uma resposta objetiva quando alguém pergunta por que um campo mudou.
Exemplo não é protocolo da sua casa
Os templates publicados aqui servem como ponto de partida editorial. Eles não substituem validação clínica, requisitos locais nem a configuração do seu RIS. Antes de usar, a instituição deve revisar conteúdo, ordem, unidades e condutas com quem responde pela modalidade.
Traga o template da sua casa para a demo
Demo ao vivo com seus tipos de exame e o template da casa. Sem slides, direto no produto.
Perguntas frequentes
Quantos itens tem o laudário?
São 243 páginas publicadas nesta seção, e cada uma abre direto, sem cadastro e sem paywall. Todas as seções
Para que serve o laudário?
Reunir máscaras estruturadas por exame, com técnica, achados e impressão, para copiar e adaptar ao caso real. Quem publica
O conteúdo é revisado por médico?
É. A responsabilidade editorial é de radiologista com registro no CRM-SP, e cada página traz a data em que o conteúdo mudou pela última vez. Quem assina
Isto substitui avaliação clínica?
Não. O material apoia a decisão de quem lauda. O achado, a correlação clínica e a conduta continuam de quem assina o exame. Governança clínica
Conteúdo atualizado em .