ACREDITAÇÃO

A evidência que a visita
pede, gravada no fluxo

Comunicação de resultado crítico com ciclo fechado, prazo de laudo medido e trilha por exame. A acreditação continua sendo do serviço; a plataforma entrega a prova de que o processo aconteceu — sem planilha paralela e sem reconstruir histórico na véspera.

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Linha de auditoria com marcas regulares e um ponto de verificação

Da norma à evidência que se abre na frente do avaliador

Acreditação não se ganha com política impressa: se ganha mostrando, no sistema, que o processo aconteceu. A matriz liga a função de cada norma ao que o avaliador pede ver e ao que a plataforma produz sozinha, exame a exame. A numeração varia entre edições — confirme a sua com o manual do ciclo em que a casa está inscrita.

Função da norma Referência O que o avaliador pede ver O que a plataforma produz
Comunicação de resultado críticoIPSG.2 (7ª ed.) · IPSG.2.1 (6ª ed.)Processo escrito, prazo definido, quem comunica, quem recebe e registro de cada passoCRIT: identificação do achado, confirmação do médico, comunicação com SLA por nível e cada etapa gravada no exame
Ciclo fechado de confirmaçãoIPSG.2, elemento de leitura de voltaProva de que a informação chegou a quem podia agir, com data, hora e identificaçãoAceite nominal registrado no exame, com carimbo de tempo e responsável — sem depender de print ou planilha
Tempestividade do laudoAOP.6 (serviços de imagem)Prazo de liberação definido pela instituição e medido de forma contínuaTAT por exame, por fila e por radiologista, com mediana medida em produção (52 s do editor à assinatura)
Medição e melhoria contínuaQPSIndicador coletado, analisado e ligado a uma ação de melhoriaPainel ao vivo de produção, TAT e SLA, exportável para o comitê de qualidade
Gestão da informaçãoMOIRegistro íntegro, retenção definida e acesso controladoEventos e retenção definidos por módulo; controle de acesso por função e fluxo de dados documentado por implantação
Governança da tecnologia clínicaGLDResponsabilidade definida sobre a tecnologia que toca a decisão clínicaPapel assistivo documentado, limites da automação declarados e matriz de controles para a diligência

A Laudos.AI não acredita, não certifica e não representa a instituição perante a Joint Commission International. A acreditação é do serviço; a plataforma entra como fonte de evidência de uma parte do escopo.

CICLO FECHADO

O caminho que o avaliador percorre, gravado sozinho

A norma pede ciclo fechado: alguém que podia agir recebeu, entendeu e confirmou. O CRIT grava esse percurso enquanto ele acontece — não depois, de memória.

Ciclo do achado crítico em cinco etapas Achado sinalizado, confirmação médica, comunicação com prazo, aceite registrado e trilha fechada. A confirmação médica é obrigatória e está destacada. 01 Achado sinalizado 02 Confirmação médica 03 Comunicação 04 Aceite registrado 05 Trilha fechada
01
O exame entra na fila crítica com o motivo da sinalização.
02
O radiologista confirma ou descarta. Nada sai sem essa decisão.
03
Sai para o destinatário definido, com SLA por nível de criticidade.
04
Quem recebeu confirma, e o nome, a data e a hora ficam no exame.
05
O percurso inteiro permanece anexo ao exame para consulta futura.
EM DETALHE

O que costuma travar a visita

Quatro perguntas derrubam mais visita do que qualquer outra coisa — e as quatro são sobre registro, não sobre intenção.

01
RESULTADO CRÍTICO
O ciclo que ninguém consegue provar
IA sugeriu · 14:02:11
Médico editou · 14:02:39
Assinado · 14:02:58 · log gravado

O achado foi comunicado por telefone, print ou grupo de mensagem. A conversa aconteceu, mas não existe registro de quem recebeu, quando e se entendeu. Sem ciclo fechado documentado, o processo não se sustenta na conferência.

02
PRAZO
Prazo que existe na política e não no dado

A política define o tempo de liberação do laudo, mas o serviço não consegue mostrar a distribuição real por fila e por modalidade. Prazo sem medição contínua é intenção, não indicador.

03
AUTORIA
IA no fluxo sem papel declarado

Quando há assistência por IA na produção do laudo, a pergunta vem: quem decidiu? Sem registro do que foi sugerido, do que o médico mudou e de quem assinou, a autoria clínica fica difícil de demonstrar.

04
RASTRO
Evidência montada na véspera

Histórico reconstruído a partir de exportações manuais chega frágil e inconsistente. O que sustenta a visita é o registro que nasceu junto com o atendimento.

ANATOMIA DA EVIDÊNCIA

"Me mostre um caso" — e o caso está inteiro

A pergunta que decide a visita é sempre a mesma: abra um exame e mostre o percurso. Estes são os campos que a trilha guarda por exame, sem ninguém precisar montar nada para a auditoria.

EXAME
Identificação, modalidade e data
AUTORIA
Quem ditou e quem assinou, com CRM
SUGESTÃO DA IA
O que foi proposto ao médico
EDIÇÃO MÉDICA
O que o médico mudou antes de assinar
ACHADO CRÍTICO
Nível, prazo e estado do ciclo
COMUNICAÇÃO
Destinatário, tentativa e aceite
CARIMBO DE TEMPO
Cada evento com data e hora
VERSÃO
Modelo e template vigentes no exame

O que a instituição leva para o comitê

A documentação vai junto com a implantação, não depois dela.

Trilha por exameRegistro de autoria, sugestão, edição, assinatura e comunicação, exportável por período
IndicadoresTAT por exame, fila e radiologista; SLA de achado crítico por nível; volume por modalidade
Controle de acessoPermissão por papel, com registro de quem acessou o quê
Fluxo de dadosRegiões, subprocessadores, processamento, persistência e retenção documentados por implantação
DocumentaçãoArquitetura, fluxo de dados, subprocessadores e matriz de controles para TI e DPO
Papel da IAUso assistivo declarado, com revisão, edição e assinatura sempre médicas (Resolução CFM 2.454/2026)
PERGUNTAS DO COMITÊ DE QUALIDADE

A Laudos.AI acredita ou certifica o serviço?

Não. A acreditação é da instituição, conduzida por ela junto ao organismo acreditador. A plataforma é fonte de evidência para uma parte do escopo: comunicação de resultado crítico, tempestividade do laudo, registro de autoria e trilha de auditoria. Quem responde pela conformidade do serviço é o serviço.

Vocês cobrem todas as normas da JCI?

Não, e prometer isso seria desonesto. O manual cobre a instituição inteira, da farmácia à engenharia clínica. A plataforma toca o que passa pelo laudo radiológico. A matriz desta página mostra exatamente onde ela entra e onde não entra.

A numeração das normas citadas está atualizada?

A numeração muda entre edições — a comunicação de resultado crítico é IPSG.2 na 7ª edição e era IPSG.2.1 nas anteriores. Por isso a matriz é ancorada na função da norma. Confirme a referência com o manual da edição em que a casa está inscrita.

O achado crítico é comunicado automaticamente?

Não. O CRIT sinaliza e organiza, mas a confirmação é do médico e a responsabilidade clínica permanece dele. Automatizar a decisão de comunicar seria contrariar o desenho assistivo e a Resolução CFM 2.454/2026.

Serve para acreditação nacional também?

A lógica é a mesma: processo definido, prazo medido, ciclo fechado e registro íntegro. O que muda é a referência do manual. A evidência que a plataforma produz não é específica de um organismo.

Precisa trocar o PACS ou o RIS?

Não. A conexão é com o ambiente existente por HL7 v2, FHIR R4, DICOM SR e worklist, e o laudo assinado volta para o sistema de origem.

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