A Resolução CFM 2.454/2026 entra em vigor em 26 de agosto. A questão é conseguir provar que a IA foi usada corretamente.
Registro auditável do uso da IA, supervisão clínica demonstrável e autoria médica preservada não se resolvem com política interna. Exigem evidência produzida dentro do fluxo operacional. Estes seis playbooks mostram como implementar isso usando o RIS, o PACS e a plataforma de laudos que você já opera.
Você está cronometrando o pedaço errado do percurso.
O relatório da diretoria mostra o tempo do radiologista. O paciente sente o percurso inteiro, e quase todo ele é espera que ninguém cronometra.
Pressionar o único bloco que você mede desloca risco para revisão e comunicação, não encurta a espera.
Sem relógio por etapa, toda discussão de TAT termina em opinião sobre quem está devendo.
O último bloco é o que mais some dos painéis, e o único em que atraso vira dano ao paciente.
Diagrama estrutural: as proporções são ilustrativas, não medição. O playbook 01 mostra como instrumentar cada etapa com os eventos que o seu RIS e o seu PACS já registram.
Onde o seu serviço já consegue demonstrar conformidade, e onde só tem intenção?
Cada pergunta corresponde a um playbook. Responder é opcional e nada sai daqui antes de você preencher o formulário.
Sabemos o tempo de cada etapa do exame, não apenas o total?
Operação e TATTodo achado crítico tem aceite registrado de um responsável?
Qualidade e segurançaConseguimos recuperar qual versão de IA operou em um exame específico?
Governança e LGPDExiste um mapa escrito de identificadores e estados entre PACS, RIS e plataforma?
InteroperabilidadeNossos pilotos têm critério de decisão definido antes de começar?
Implantação e adoçãoO fluxo continua seguro quando a ferramenta de IA fica indisponível?
IA clínica responsávelResponda as seis para ver o mapa.
Cada playbook foi desenhado para sair da leitura e entrar na operação.
Cada um entrega o fluxo, os responsáveis, os indicadores, as exceções, o checklist e os critérios de decisão. Material para implementação, não para apresentação.
Sugestão não vira laudo sozinha. A revisão precisa ter poder real de editar e rejeitar antes de qualquer assinatura.
Em auditoria, "enviado" não comprova comunicação. O que conta é evidência de recebimento e tempo de resposta de um responsável identificado.
Toda exigência regulatória precisa produzir uma evidência recuperável.
Em auditoria, intenção não basta. É necessário demonstrar como a IA participou da decisão clínica, quem supervisionou e quem assumiu a autoria do laudo.
Finalidade, sistema, versão, operador, saída e revisão médica, recuperável em auditoria, sem inflar o prontuário. Playbook 03.
Contexto, tempo, competência e autoridade para aceitar, alterar ou rejeitar a sugestão. Playbooks 03 e 06.
Autoria, edição, rejeição, assinatura e um fluxo seguro quando a ferramenta cai. Playbook 06.
Cada afirmação tem uma fonte primária, com órgão e ano.
Não há meta universal de TAT nestes playbooks. Modalidade, população, cobertura de dados e maturidade de integração mudam o resultado, então o material entrega o método de medir a sua linha de base em vez de um alvo emprestado de outro serviço.
Cada playbook termina em artefato com responsável, exceções e checklist, feito para circular, ser marcado e contestado por escrito. Material educacional: não substitui julgamento médico, política institucional nem análise jurídica.