CONFORMIDADE

Assistiva, risco médio
e com médico no controle

A Laudos.AI não é SaMD (Software as a Medical Device). Desenvolvemos a matriz de controles para apoiar os requisitos aplicáveis da Resolução CFM 2.454/2026, sem substituir a avaliação da instituição nem a responsabilidade médica.

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Linha de auditoria com marcas regulares e um ponto de verificação
EM DETALHE

Os pilares regulatórios

01
CFM 2.454/2026
Risco médio

Classificação pública canônica. O médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina no sistema oficial.

02
NÃO SaMD
Apoio à redação, não decisão clínica
IA sugeriu · 14:02:11
Médico editou · 14:02:39
Assinado · 14:02:58 · log gravado

A plataforma não interpreta imagens, não faz diagnóstico autônomo, não assina e não libera laudos autonomamente.

03
RESPONSABILIDADE
Supervisão humana obrigatória

A responsabilidade final pelo conteúdo, pela decisão clínica e pela assinatura permanece com o profissional habilitado.

Exigência, controle e evidência

O CFM publicou a Resolução 2.454/2026 em 27/02/2026. Ela entra em vigor em 26/08/2026. A matriz abaixo mostra como os controles do produto apoiam a governança institucional. Ela não substitui a avaliação jurídica, regulatória e clínica de cada contexto de uso.

Exigência Controle do produto Evidência disponível
Supervisão humanaRevisão, edição e assinatura obrigatórias do médicoFluxo do editor e log por exame
AuditabilidadeEvento por exame, usuário e versão do modeloExportação da trilha de auditoria
TransparênciaFinalidade, limitações e papel assistivo documentadosDocumentação de implantação
Registro do usoRegistro do apoio de IA vinculado ao laudoIntegração RIS e trilha do exame
MonitoramentoMétricas de produção e revisão periódica de desempenhoRelatórios e benchmark público (LaiBench)

O que a CFM 2.454/2026 pede, na prática

A Resolução CFM 2.454/2026 rege o uso clínico de inteligência artificial e exige governança proporcional ao risco. A Laudos.AI se classifica como aplicação assistiva de risco médio.

Desenvolvemos os controles para atender aos requisitos aplicáveis; a conformidade depende do contexto de implantação e das responsabilidades da instituição e do médico.

Onde a LGPD encontra a rotina de laudo

Na LGPD, dado de saúde é dado pessoal sensível. A instituição deve avaliar minimização, finalidade, segurança, transparência e governança no fluxo realmente contratado.

Áudio, transcrição intermediária, rascunho, laudo final e metadados são categorias distintas. Transmissão, persistência, logs, retenção e backups dependem da funcionalidade e da configuração contratada.

Em uma linha

AUTOR DO LAUDOO médico habilitado que valida e assina
PAPEL DA IAAssistiva: estrutura e sugere, nunca decide
CLASSIFICAÇÃORisco médio conforme a Resolução CFM 2.454/2026
STATUS REGULATÓRIONão é SaMD (Software as a Medical Device)
LIMITESSem interpretação de imagem, diagnóstico, assinatura ou liberação autônomos
DADOSFluxo, região, retenção e subprocessadores definidos por implantação
PERGUNTAS DIRETAS

Usar IA assistiva exige consentimento do paciente?

A resposta depende da finalidade, da base legal, do contexto assistencial e das obrigações de transparência aplicáveis. A instituição deve avaliar o fluxo com seu jurídico e encarregado.

Quem responde pelo laudo perante o CFM?

O médico que valida e assina permanece responsável pelo conteúdo e pela decisão clínica. A plataforma não assina nem libera o laudo autonomamente.

A Laudos.AI é dispositivo médico?

Não. A plataforma não é SaMD (Software as a Medical Device). Ela apoia Speech-to-Report depois que o médico fornece os achados.

A página garante conformidade em qualquer hospital?

Não. Desenvolvemos controles para atender aos requisitos aplicáveis, mas a conformidade depende da implantação, das configurações, dos processos da instituição e da atuação profissional.

Segurança em detalhe CFM 2.454/2026 no blog LGPD ponto a ponto

Conformidade que aparece no fluxo

Da norma ao controle demonstrável

Supervisão humana significativa vira uma sequência concreta: sugestão visível, edição livre, assinatura exclusivamente médica e trilha que registra o percurso. Minimização de dados vira descarte de áudio e transcrição. Responsabilização vira controle de acesso, registro por exame e documentação do papel da instituição e da Laudos.AI no tratamento.

Uma avaliação séria não se encerra ao citar LGPD ou CFM. Ligue cada requisito relevante a três coisas: o controle que o atende, o responsável por operá-lo e a evidência que a instituição apresenta. Essa matriz faz parte da documentação de diligência. Quando o contexto exigir interpretação jurídica ou regulatória específica, o jurídico e o DPO da casa validam a matriz.

O limite da automação é parte do produto

A plataforma não cria um caminho autônomo até a assinatura. Ela estrutura, sugere e registra; o médico revisa e decide. Esse limite é o desenho que sustenta a autoria clínica e mostra como a decisão aconteceu em cada exame.

PRÓXIMO PASSO

Conformidade é conversa de implantação

TI, DPO e direção clínica entram no processo desde a demo. Documentação pronta para avaliação.

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Perguntas frequentes

Quando a Resolução CFM 2.454/2026 entra em vigor?

O CFM publicou a resolução em 27 de fevereiro de 2026, e ela entra em vigor em 26 de agosto de 2026. Os seis playbooks de implementação

Como a plataforma atende à supervisão humana significativa?

A aplicação é assistiva: o médico fornece os achados, revisa, edita, valida e assina no sistema oficial. Ela não interpreta imagens, não faz diagnóstico autônomo e não assina nem libera laudos de forma autônoma. Como o fluxo funciona

E os requisitos da LGPD?

Os controles incluem minimização, acesso por função, segregação lógica, auditoria e criptografia em trânsito. A documentação de cada implantação registra o fluxo de dados, subprocessadores, regiões, retenção e responsabilidades; isso não substitui a governança da instituição. Fundamentos de segurança

A matriz de conformidade substitui avaliação jurídica?

Não. Ela mostra como os controles do produto apoiam a governança institucional, e não substitui a avaliação jurídica, regulatória e clínica de cada contexto de uso. Falar com a gente

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