Tomografia computadorizada para apneia do sono (vias aéreas superiores)
Estudo tomográfico das vias aéreas superiores, da nasofaringe à hipofaringe, para identificar fatores anatômicos que contribuem para a apneia obstrutiva do sono, como hipertrofia de tecidos moles e estreitamentos. O Laudos.AI organiza as medidas dos diâmetros das vias aéreas por nível e estrutura a descrição dos pontos de obstrução, sob revisão do radiologista.
Máscara copiável
Modelo prático para usar como ponto de partida. Ajuste técnica, lateralidade, medidas, achados e impressão conforme o exame real antes da assinatura.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA CERVICAL Técnica: Foram obtidas imagens por aquisição volumétrica multislice, sem a administração endovenosa de contraste, com reformatações multiplanares. Análise: Transição crânio-vertebral sem alterações. Processo odontóide centrado e com contornos regulares. Corpos vertebrais alinhados e com altura preservada. Pedículos e demais estruturas do arco posterior sem anormalidades. Discos intervertebrais de altura preservada, sem abaulamentos ou protrusões significativas. Articulações interfacetárias e uncovertebrais de contornos regulares. Ausência de fraturas ou de lesões ósseas focais com características agressivas evidentes ao método. Diâmetros normais do canal vertebral e forames de conjugação. Musculatura paravertebral sem alterações. Conclusão: Exame dentro dos padrões da normalidade. Patologias: Nível C2-C3: Ausência de abaulamentos ou de protrusões discais significativos. Nível C3-C4: Nível C4-C5: Nível C5-C6: Nível C6-C7: Nível C7-T1: Discos Discopatia degenerativa multissegmentar, caracterizada por redução da altura dos discos intervertebrais. Associam-se sinais de degeneração gasosa intradiscal em alguns níveis. Protrusão discal posterior de base larga determinando impressão sobre o saco dural. Complexo disco-osteofitário posterior determinando impressão sobre o saco dural. Protrusão discal de base larga associada a osteófitos posteriores, determinando leve compressão sobre o saco dural. Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o contorno anterior do saco dural, sem estenose do canal vertebral. Complexo disco-osteofitário posterior que comprime o saco dural, determinando estenose do canal vertebral. Pequeno abaulamento discal difuso, sem repercussões sobre o saco dural. Uncovertebral Artropatia uncovertebral bilateral em C5-C6, sem redução significativa dos diâmetros dos forames de conjugação correspondentes. Artropatia uncovertebral bilateral em C5-C6, reduzindo os diâmetros dos forames de conjugação correspondentes. Artropatia uncovertebral bilateral em C5-C6, determinando estenose dos forames de conjugação correspondentes. Vértebras Processo odontóide centrado, apresentando alterações degenerativas com o arco anterior de C1. Retificação da curvatura fisiológica cervical. Perda da curvatura fisiológica cervical, com leve tendência a cifose de C2 a C7. Corpos vertebrais alinhados e com altura preservada, apresentando discretas reações osteofitárias marginais. Corpos vertebrais alinhados e com altura preservada, apresentando osteofitose marginal difusa.
Copiou? O Copilot preenche essa máscara por voz — laudo com mediana de 52 s, e o médico revisa e assina. Teste de novo usuário: 14 dias ou até 30 laudos, o que acontecer primeiro, sem cartão e sem cobrança automática..
Como usar esta máscara
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA CERVICAL
Funciona como bloco estruturado para não esquecer informação clínica ou técnica importante.
Técnica
Descreve aquisição, contraste, incidências ou manobras, evitando ambiguidade sobre como o exame foi executado.
Antes de copiar
Técnica e limitações
Confirme protocolo, transdutor/sequências, uso de contraste e limitações técnicas descritas no exame real.
Lateralidade
Revise direita, esquerda e bilateralidade antes da assinatura; este é um dos erros mais fáceis de introduzir em máscara.
Comparação
Quando houver exame anterior, compare o mesmo achado, no mesmo plano, e declare estabilidade, progressão ou regressão.
Copiar a máscara ajuda. O Copilot encurta o laudo inteiro.
A Laudos.AI transforma fala e achados em laudo estruturado, mantém o radiologista no controle e encurta o tempo de criação do laudo — mediana de 52 s do editor à assinatura.
A máscara organiza a descrição de as estruturas de apneia do sono e planos adjacentes no laudo de TC.
Campos por estrutura tornam o laudo auditável e comparável: o que foi visto, o que estava normal e o que mudou em relação ao exame anterior ficam separados, não diluídos em texto corrido.
O modelo é ponto de partida editorial, não conduta: adapte ao exame real e à rotina da sua instituição. Na Laudos.AI, a máscara vira estrutura viva: você dita e as seções se preenchem para a sua revisão e assinatura.
Perguntas frequentes
O modelo de laudo de tomografia computadorizada para apneia do sono (vias aéreas superiores) é gratuito?
É, e não pede cadastro. A máscara está aberta nesta página, com técnica, achados e impressão, para copiar e adaptar ao caso real. Todos os modelos de tomografia computadorizada
Posso usar esta máscara no meu editor?
Pode. Ela é texto estruturado e não depende da nossa plataforma: copie para o seu editor, o seu RIS ou o seu PACS. Quem usa a Laudos.AI recebe a mesma estrutura já preenchida a partir do ditado. Integração com PACS e RIS
Por que padronizar o laudo de TC?
Porque estrutura fixa reduz omissão e variação entre examinadores, e deixa o laudo comparável entre exames do mesmo paciente. O ganho aparece na revisão e na comparação com estudo anterior. Guia do editor de laudos
A máscara substitui a avaliação do radiologista?
Não. Ela organiza a descrição; o achado, a correlação clínica e a conclusão continuam de quem assina o laudo. É o mesmo limite que vale para a IA assistiva. Supervisão humana significativa
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